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DIZ-ME DO QUE RIS

A moda de fazer rir a qualquer custo… o Hábito de Rir de tudo…

A arte de fazer rir… é igual à arte de fazer dançar, ou cantar!

O que a define é o Conteúdo:

Dançar ao som de sons e notas harmoniosas tem um poder curativo para todos os órgãos do nosso corpo, mente e universo celular. E segundo Masaru Emoto que analisou as moléculas de água,”os cristais de água” quando expostos a música clássica e harmoniosa, ficam bonitos e simétricos, ao passo que os cristais de água que escutam música pop rock ficam feios e desfigurados.

Por outro lado por muito afinados que sejamos, as palavras, o tom e a mensagem que cantamos tem um efeito construtivo ou destrutivo do sentido e das emoções de quem escuta. Não basta cantar é preciso algo mais… sempre foram as palavras, os poemas e a mensagem que imortalizaram musicas e cantores… a música vazia de sentido, cai no esquecimento não acrescenta nada….

O instrumentista alinhado com o universo, conduz à meditação e à reflexão… o Instrumentista alinhado apenas com as emoções terrenas, com a revolta e com a raiva, inquieta a mente e o coração…

O mesmo se passa com o Riso. De nada vale o talento e a capacidade de fazer rir plateias esgotadas, quando as piadas são vazias ou mesmo que geniais, são requintadas sobre o absurdo do outro, inferiorizam e desconsideram. Quando confrontados usam o pretexto de ser no gozo ou em brincadeira, mas entretanto cultivam a crítica e o julgamento ao que o outro é, ridicularizam e reforçam diferenças e vulnerabilidades e é este o nutriente do seu humor e o exemplo subtil que levam ao seu público e eternizam em cada espectáculo. Esta acção social deveria ser levada a sério… afinal daqui podem nascer muitos bullys!

Muitos ficam espantados por eu assumir que nunca gostei de Humor. Não tem a ver com humor fácil ou de elite… mas sim da responsabilidade social do que se faz… Este não gostar, fez surgir um desafio ou uma provação. Faço o management, gestão e coordenação de produção de um musical humorístico há 16 anos. Foi um desafio que aceitei e ainda bem, porque percebi claramente que afinal gosto de humor e é possível fazer humor consciente para grandes massas. Após mais de 400 espectáculos, algumas Produções próprias para televisão, produção de Vídeo clips, edição de 5 CD’s e muitas outras acções, afirmo que para fazer rir não é preciso estupidificar, não é preciso descurar, não é preciso descredibilizar tudo e todos. Este projecto que conduzo, já passou em frente a milhares de portugueses é um convite ao riso sem vitimas, a representação de um personagem que não existe e que é na ridicularização que tenta fazer ao outro que é ele próprio ridicularizado, uma inversão de papeis… tudo é irreal tudo o que o leva a dizer mal é fruto de uma realidade construída na sua cabeça, pode ser o alter ego de qualquer humorista ou de qualquer um de nós… um personagem que revela que só gozamos com aquilo que não sabemos gerir em nós… e que o modelo que cada um usa para fazer RIR, diz muito de SI e da forma como se movimenta no mundo!

E depois neste projecto ainda há a música, e o talento irrepreensível dos músicos, a desmistificação do EGO do Artista e a liberdade para que cada membro se manifeste, mostrando ao público que precisamos ter voz…

E fora do palco o trabalho de equipa, o talento dos técnicos e a vida real de cada um… e por fim o respeito e gratidão ao público que ao longo de 16 anos se ri mesmo sem saber que tudo o que fazemos é com enorme respeito ao seu ser, à sua mente e a cada célula do seu corpo… tudo de forma consciente para que saia de cada espectáculo quimicamente equilibrado e em harmonia… Este é o Humor de que gosto!…

Feliz dia do Riso!

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